Para uma re-significaçÃo da didática ciências da educaçÃO, pedagogia e didática (uma revisão conceitual e uma síntese provisória)






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 Os dados referentes a Portugal e ao Brasil, são objeto de outro texto, não tendo sido aqui incluídos por limitação de espaço. O mesmo se aplica sobre o balanço específico na área da didática.



 Título do número temático da revista Cahiers Pédagogiques, 334. Paris. INRP. 1995.



 A propósito, António NÓVOA, em conferência na PUC-SP, em Abril de 1996, lembrou que as ciências da educação encontraram maior desenvolvimento, em diferentes países, nos períodos de democracia política e social.

4. cf. GADOTTI, Moacir. Natureza e Especificidade da Educação. Em Aberto, Brasília. MEC/INEP. 1984. ano III, 22.

5. Uma análise sobre as idas e vindas desse movimento encontra-se em BRZEZINSKI, Íria. Pedagogia, Pedagogos e formação de professores - busca e movimento. São Paulo. Tese de doutorado FE-USP. 1994.

6. Ver a propósito, Em Aberto, Brasília. MEC/INEP. 1984. ano III, 22. Trata-se de número temático sobre a Natureza e Especificidade da Educação, com artigos de SAVIANI, Dermeval; SILVA, Jefferson I.da; HAIDAR, Maria de L.; GADOTTI, Moacir.

7. Questão esta que já havia sido posta por ORLANDI, Luiz B.L. O problema da pesquisa em educação e suas implicações . Educação Hoje. mar-abr. 1969, no qual aponta as dificuldades de as ciências da educação abordarem os fenômenos educacionais, num enfoque educacional.

8. Além dos textos citados às notas 6, 8 e 9, ver também: FREITAS, Luiz C. Teoria Pedagógica? limites e possibilidades. Idéias. 11. FDE. São Paulo. 1992:37-45, e, na mesma revista, WARDE, M. O estatuto epistemológico da didática: 46-53. PIMENTA, Selma G. Educação. Pedagogia e Didática. VII ENDIPE. Goiânia. 1994b:44-64. MAZZOTTI, Tarso. Estatuto de cientificidade da pedagogia. 1993.(mimeo.) e A pedagogia como ciência da prática educativa. VII ENDIPE. Goiânia. 1994:124-131. LIBÂNEO, José C. Contribuição das ciências da educação na constituição do objeto de estudo da Didática. VII ENDIPE, Goiânia. 1994:65-78. Ver, também, PIMENTA Selma G.(org). Pedagogia, ciência da educação? São Paulo. Cortez. 1996. Com textos de PIMENTA e MAZZOTTI, republicados do VII ENDIPE e de NÓVOA, António. As Ciências da Educação e os processos de mudança; LIBÂNEO, José C. Que destino os pedagogos darão à pedagogia?



[9] .À propósito da consideração da ação como referência para a formação inicial, ver PIMENTA, Selma G. 1994:172.

10 

[10] .Expressão utilizada por PERRENOUD, Philippe (1990), significando não a dimensão de diagnóstico que o termo evoca, mas um modelo de desenvolvimento intelectual no qual “‘o cliníco’é o que diante de uma situação problemática e complexa utliza-se de regras que possui e dispõe dos meios teóricos e práticos para avaliar a situação, pensar numa intervenção eficaz, colocá-la em prática, avaliar sua eficácia aparente e corrigr o enfoque.”(p.105-106). Transposta para o fazer do professor, ensinar, na estratégia clínica, significa não a aplicação cega de uma teoria, nem o conformar-se com um modelo... (mas) resolver problemas, tomar decisões, agir em situação de incerteza e, muitas vezes de emergência, ...sem cair num pragmatismo”. (p.130). (lançando mão de constante reflexão teórica).

11 

[11].Expresão utilizada por SCHÖN, Donald.1983, para desenvolver o modelo de formação do professor ‘reflexivo’como sendo um processo de reflexão na ação e reflexão sobre a reflexão na ação. Processo mediante o qual o professor aprende (constrói seus saberes-fazeres docentes), a partir da análise e interpretação da própria atividade. Trata-se, portanto, de uma estratégia de formação que é individual e coletiva, valorizando o professor como sujeito, e não simples aplicador de saberes.
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